• institutosubjetiva

Objetivos da estimulação cognitiva em crianças com transtorno do espectro autista.


No calendário, 2 de abril é considerado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. De acordo com uma pesquisa realizada pelo CDC (Center of Deseases Control and Prevention), dos EUA, ocorre um caso de autismo a cada 110 pessoas. Considerando essa estimativa, acredita-se que no Brasil existe cerca de 2 milhões de autistas. Apesar de muito comum, os autistas ainda sofrem com a falta de tratamento adequado.

Na última versão do Manual de Saúde Mental – DSM-5, o Autismo e todos os distúrbios, como o transtorno autista, transtorno desintegrativo da infância, transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado e Síndrome de Asperger, foram integrados em um único diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA.

O autismo ocorre devido a desordens profundas no desenvolvimento cerebral. É uma condição permanente. As principais áreas afetadas são a comunicação e o comportamento. É muito comum a presença de condutas repetitivas. Essas dificuldades se apresentam de forma e intensidade diferentes em cada pessoa com esse diagnóstico. Enquanto alguns têm limitações de aprendizagem em atividades rotineiras, como higiene pessoal e alimentação, outras conseguem estudar, trabalhar e ter um alto nível de autonomia.

A estimulação cognitiva é um recurso que auxilia no processo de adaptação e desenvolvimento do autista, permitindo avanços consideráveis. As intervenções podem ocorrer de diversas formas, focadas nas áreas mais prejudicadas. Podemos destacar algumas:

  • Estimulação visual, para trabalhar a fixação ocular e aumentar a percepção visual.

  • Estimulação tátil, para reconhecer as sensações, sabores, temperaturas, etc.

  • Estimulação social, com o desenvolvimento de tarefas e jogos que visem a cooperação e o compartilhamento.

  • Estimulação da comunicação, exercitar métodos de comunicação além do verbal, já que muitos autistas têm dificuldade de se expressar verbalmente, e por isso manifestam agressividade. Assim sendo, usar métodos de comunicação alternativa, por meio de figuras, códigos, pode ser uma maneira muito eficaz para o autista se fazer entender.

Esses são alguns exemplos de estimulação cognitiva, mas outros caminhos podem ser experimentados no autismo. Lembrando que o tratamento deve ser individualizado já que existem diferenças, apesar de compartilharem da mesma condição. Enfim, possibilitar que o autista tenha essa estimulação é uma ação que permitirá ao cérebro desenvolver novas conexões e como consequência novas respostas adaptativas.

#EstimulaçãoCognitiva #Autismo #Neuropsicologia #TEA #Psicologia

1,544 visualizações

FALE CONOSCO

(27) 3752-1696

Seg - Sext: 8:00 - 18:00

Eurico Salles, 200 | Centro

Nova Venécia - ES

Siga-nos nas redes sociais

  • Subjetiva no Facebook
  • Subjetiva no Linkedin
  • Subjetiva no Instagram

Envie-nos uma mensagem

Subjetiva Instituto de Psicologia
CNPJ: 27.255.811/0001-90
CRP16 PJ: 454