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Você está à procura de uma/um psicóloga/o? Confira aqui algumas orientações antes de continuar


Na matéria você vai saber o que faz uma/um psicóloga/o, quando você realmente precisa procurá-lo e o que essas/es profissionais podem e não podem fazer

A Subjetiva Instituto de Psicologia, cumprindo seu compromisso de orientar a sociedade sobre o atendimento psicológico, publica orientações para quem pretende procurar uma/um psicóloga/o. A seguir a/o leitor/a encontra uma série de informações que irão auxiliá-la/o na hora de procurar os serviços de uma/um psicóloga/o.

Telefone da SUBJETIVA: 27 3752-1696 (das 8 horas às 18h00). E-mail: contato@institutosubjetiva.com.br Site: https://www.institutosubjetiva.com.br/

Primeiro é importante saber o que faz uma/um psicóloga/o:

Essa/e profissional desenvolve diferentes atividades e pode estar inserido em diversos contextos de trabalho. Sua atuação pode se dar em instituições públicas ou privadas e, ainda, de forma autônoma. O foco do trabalho da/o profissional psicóloga/o é atender às demandas de saúde mental e emocional.

A Psicologia está inserida em várias áreas como na Clínica (atendimento popularmente conhecido como análise ou psicoterapia), na Saúde, na Educação, no campo Organizacional e do Trabalho, no Esporte, na Justiça, nas Políticas de Assistência Social, entre outras.

Agora que você sabe o que faz a/o profissional que procura, saiba quando você precisa procurá-las/os:

  • Se você deseja suporte ou apoio para melhorar sua qualidade de vida;

  • Caso esteja à procura do desenvolvimento de estratégias de enfrentamento dos desafios cotidianos;

  • Ao se deparar com dificuldades que resultam em sofrimento;

  • Se você entende que que um problema está prejudicando algum aspecto da sua vida, como no trabalho, no estudo, na família, ou na vida social;

  • Quando os prejuízos decorrentes de problemas o impedem de executar atividades simples que antes eram realizadas sem esforço.

O que você não deve esperar da/o psicóloga/o, pois ela/e está proibido de fazer:

  • Ela/ele não pode receitar medicamento, inclusive florais;

  • Não espere previsões taxativas de resultados, com oferecimento de garantias de sucesso, cura, dentre outras;

  • Não podem envolver-se amorosamente com seus clientes/pacientes;

  • Estão impedidas/os de realizar técnicas que envolvem a nudez e o toque nas partes intimas da/o cliente/paciente;

  • Também é vedado o uso de rituais religiosos, cristais, cromoterapia, objetos ou qualquer técnica que não seja reconhecida pela ciência psicológica;

  • Psicólogas e psicólogos também não podem divulgar titulação que não possuam, lembrando que profissionais só podem ser chamados de doutoras/es ou de especialistas após cursarem Doutorado ou Especialização;

  • Além disso, você deve desconfiar das/os profissionais que fazem divulgações sensacionalistas dos serviços oferecidos e utilizam o preço como vantagem para atrair clientela, pois essas práticas não são permitidas.

Quando procurar o Conselho Regional de Psicologia do Espírito Santo (CRP-ES)?

Nem todo terapeuta, analista ou psicanalista é formado em Psicologia. Portanto, é importante solicitar à/ao profissional o número do seu registro no CRP-ES e consultar o Conselho para confirmar se esse registro encontra-se ativo.

Se houver desconfiança de algum procedimento antiético realizado pela/o psicóloga/o o fato deve ser relatado ao CRP-ES. A Comissão de Orientação e Fiscalização (COF) do Conselho é responsável por acolher e averiguar toda e qualquer denúncia, assim como prestar orientações aos profissionais e à sociedade em geral.

Telefone do CRP-ES: 27 3324-2806 (das 8 horas às 17h30). E-mail: atendimento@crp16.org.br Site: crp16.org.br


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Seg - Sext: 8:00 - 18:00

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