• Priscila Cavalcante - jornalista Napri Comunicação

Dicas para a entrevista de emprego


Com mais de 12 milhões de desempregados, conquistar a recolocação profissional é o objetivo de muita gente nesse momento. E uma das etapas consideradas mais difíceis pelos candidatos é a entrevista de emprego.

Como se portar, o que falar, vale a pena mentir ou omitir informações do seu passado profissional? A psicóloga Daniely Lorenzon dá algumas dicas para o candidato manter a calma e conseguir a tão sonhada vaga de emprego.

A primeira delas é óbvia: controle a ansiedade. Uma pessoa nervosa e apreensiva não vai conseguir se comunicar de maneira adequada. Para controlar a ansiedade, o ideal é que o candidato verifique o local da entrevista com antecedência, o tempo que gastará no trajeto, o tipo de roupa que irá vestir. Pequenos detalhes, mas que fazem toda a diferença para manter uma pessoa mais tranquila.

“Vista-se de modo profissional, com uma roupa discreta e confortável. Caso conheça a cultura da empresa, informal ou formal, vista-se de acordo. Evite chegar mascando chiclete, com cheiro de cigarro ou bebida, bem como, perfumes de cheiro exagerado e acessórios chamativos, lembre-se o foco da entrevista são sua competências”, afirma a psicóloga Daniely Lorenzon.

Diante do entrevistador, o candidato deve manter uma postura profissional, com fala adequada, não ser muito invasivo na comunicação. Procurar manter um equilíbrio no diálogo, não conversar demais, mas também não se manter quieto o tempo inteiro.

Ser transparente no currículo, evitando omitir informações ao entrevistador. Se o candidato cometeu erros no passado, deve ser sincero, mas buscando sempre palavras suaves que possam minimizar os acontecimentos. Assim, o entrevistador vai entender que o candidato, como todo ser humano, cometeu erros, mas que aprendeu a lição e não repetirá o mesmo comportamento.

“A empresa tem que perceber que ela também está sendo avaliada pelo candidato e que ele poderá falar bem ou mal da instituição conforme a maneira como for tratado pelo entrevistador. Deixar o candidato, por exemplo, mais de duas horas esperando ou passar uma postura arrogante pode ser ruim para a reputação da empresa no mercado”, destaca a psicóloga.


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