• Priscila Cavalcante - jornalista Napri Comunicação

Autistas podem se beneficiar com a psicoterapia


O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado pela limitação de interação social e da comunicação, além de um repertório bastante restrito de atividades e de interesse do indivíduo. Os sinais que mais identificam um autista é a alteração acentuada na utilização, para regular as interações sociais, de comportamentos não verbais variados, tais como o contato olho a olho, a mímica facial, as posturas corporais e os gestos.

A característica marcante de um autista é a dificuldade de interação social e afetiva e de comunicação, como o uso estereotipado e repetitivo da linguagem, dificuldade de iniciar e sustentar uma conversa. É notório também o comportamento restrito referente aos interesses e atividades, adotando hábitos ou rituais inflexíveis específicos e não funcionais, como por exemplo, bater ou torcer as mãos ou os dedos, fazer movimentos complexos de todo o corpo, preocupações persistentes com certas partes de objetos.

Não existe ainda uma causa específica para o autismo. “Cientistas estudam vários casos do transtorno, mas ainda não são unânimes nos fatores que originam o TEA , sabe-se que podem ser de determinação multifatorial (genéticos e ambientais), sendo 15% considerados de fatores genéticos, 5% fatores ambientas e ainda 80% fatores desconhecidos, mas nenhum vestígio fisiológico concreto que possa ocasionar o autismo”, afirma a psicóloga Daniely Lorenzon. O que se sabe ao certo é que nos últimos anos tem aumentado o número de crianças com esse diagnóstico. O transtorno atinge mais os homens do que as mulheres. De cada cinco autistas no mundo, quatro são do sexo masculino a apenas um do sexo feminino.

Esse panorama ressalta que, embora se fale habitualmente em autismo no singular, suas manifestações variam bastante quanto ao número, à forma e à intensidade de uma pessoa a outra. Por isso, convém não generalizar, a não ser com muita prudência. Cada pessoa com autismo desenvolve um nível do transtorno, que varia de leve, moderado e grave, de acordo com a limitação na habilidade de interação social. “A psicoterapia pode melhorar a qualidade de vida das crianças e dos adultos com autismo. Por meio da terapia, estimulamos a parte cognitiva e emocional dessas pessoas que passam a melhorar o seu repertório social”, destaca a psicóloga Daniely Lorenzon.

#Autismo

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